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Após duas quedas, dólar volta a subir e fecha a R$ 1,632

O dólar começou o dia em queda em relação ao real, seguindo o movimento dos dois últimos dias, mas inverteu o sinal e encerrou em alta, como tem acontecido na maioria das sessões deste mês. A mudança de rumo se deu logo após a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) revisado dos Estados Unidos, que apresentou desempenho acima do esperado pelo mercado, o que deu força à moeda norte-americana e às bolsas de valores.

Agência Estado |

O movimento de depreciação do real foi reforçado pelo recuo dos preços do petróleo. Internamente, um aumento das arbitragens de dólar à vista com o mercado futuro e as rolagens de contratos futuros ajudaram a divisa e se manter em alta, além de reforçarem os volumes de negócios.

Com avanço de 0,62%, o dólar comercial encerrou o dia cotado a R$ 1,632, após oscilar entre R$ 1,635 e R$ 1,617. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros, o dólar negociado à vista ganhou 0,72%, para R$ 1,6322. O giro financeiro total à vista cresceu 35%, para cerca de US$ 4,441 bilhões.

A disputa entre os participantes do mercado cambial pela formação da ptax (taxa média) de fim de mês, apesar de aparentemente menor em agosto, contribuiu hoje para a alta das cotações à vista e para o aumento dos negócios. Segundo um operador, o mercado estaria mais propenso este mês para pressionar a ptax para cima. A conferir amanhã, última sessão de agosto.

A inversão de sinal do dólar à vista para alta pela manhã ocorreu em reação aos dados favoráveis dos EUA. De acordo com o Departamento de Comércio norte-americano, o PIB revisado avançou 3,3% no segundo trimestre do ano, superou fortemente o cálculo anterior de expansão de 1,9% feito pelo Departamento do Comércio e também a expectativa dos economistas, de aceleração de 2,7%. No primeiro trimestre, o PIB cresceu à taxa de 0,9%. Os porcentuais são anualizados.

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