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Aporte do banco pode chegar a R$ 2,4 bilhões

O aporte total do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na operação anunciada ontem entre Aracruz Celulose e VCP, do grupo Votorantim, pode chegar a R$ 2,4 bilhões. Em comunicado ao mercado, a BNDESPar, braço de participações do BNDES, diz que pode desembolsar até R$ 1,8 bilhão em ações preferenciais de emissão da VCP e outros R$ 580 milhões em debêntures de emissão da Votorantim Industrial, controladora da VCP, permutáveis em ações ordinárias dessa empresa.

Agência Estado |

A participação da BNDESPar na nova companhia poderá ficar em torno de um terço do capital total. "Mesmo no cenário com maior desembolso, o aporte da BNDESPar representará menos de 50% do total de recursos necessários para a aquisição", diz a nota. O apoio do BNDES estava condicionado à reestruturação das dívidas da Aracruz decorrentes de perdas com operações de derivativos, negociação concluída na segunda-feira.

Como é comum nesse tipo de operação, a origem dos recursos é o giro da carteira das ações da BNDESPar, complementado por captações da BNDESPar no mercado. Dessa forma, não serão utilizados na operação recursos provenientes do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Operações com padrão igual ao da Aracruz com o Votorantim tendem a se repetir muito este ano. Com a redução de crédito provocado pela crise econômica mundial, o BNDES passa a ter um papel decisivo na economia. Ele vai financiar investimentos da Petrobrás, obras de infraestrutura e projetos de empresas privadas.

O reforço de R$ 100 bilhões que o governo prepara para reforçar a instituição faz parte dessa estratégia e tem o objetivo de garantir recursos para o orçamento pelos próximos dois anos.

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