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Apec promete agir contra crise financeira e apóia livre comércio

SÃO PAULO - Em reunião no Peru no último domingo, os representantes dos 21 integrantes do Bloco de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec) prometeram tomar todas as medidas econômicas e financeiras possíveis para resolver a crise. A liberalização do comércio internacional e o aumento dos gastos governamentais foram colocados como soluções-chaves para aumentar a resistência à desaceleração econômica mundial.

Valor Online |

Mesmo em setores polêmicos como agricultura e produtos manufaturados, os participantes da Apec aceitaram procurar acordos mais amplos. "Nós estamos convencidos de que podemos superar a crise em um período de 18 meses", disseram os líderes em uma declaração escrita.

Durante os dois dias de reunião da cúpula do bloco, os representantes presentes ao evento definiram que não vão adotar novas barreiras comerciais no próximo ano, mesmo diante do aumento do desemprego. "Por um lado, nós vamos nos obrigar a não recorrer ao protecionismo, mas é claro que vamos adotar medidas para ajudar nossos produtores a sobreviver, colaborando com crédito e outros meios razoáveis", afirmou durante a reunião o presidente da Rússia, Dimitry Medvedev.

Outro ponto de convergência da reunião foi a necessidade de uma melhor regulação da indústria financeira. Os países destacaram a importância da vigilância por parte de instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial.

Os países-membros da Apec, entre eles EUA, China, Japão, Coréia do Sul e Canadá, representam mais da metade da produção da economia mundial. Nove deles também fazem parte do grupo dos G-20.

(Vanessa Dezem | Valor Online com agências internacionais)

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