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Apec pede ação contra crise e conclusão de Doha

Os líderes dos países da Ásia-Pacífico foram instados hoje a agirem com rapidez e decisão para reverter a desaceleração da economia mundial e completarem as negociações para a liberalização comercial nos países, de acordo com uma declaração final da cúpula do fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec, na sigla em inglês) que ocorre em Lima, no Peru. Os líderes também disseram, em outro comunicado à parte emitido mais cedo, que a crise poderá ser superada em 18 meses.

Agência Estado |

Os líderes das 21 economias da Apec, incluído o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, chamaram a atual crise financeira de "um dos mais sérios desafios econômicos que já enfrentamos". "Nós agiremos com rapidez e de maneira decisiva para enfrentar a desaceleração econômica mundial." Eles também pediram por uma "conclusão imediata, ambiciosa e equilibrada" nas negociações da Rodada de Doha, para a liberalização do comércio mundial.

As declarações dos líderes foram expedidas em nota hoje, após eles terem emitido outro comunicado ontem. Um delegado, que falou sob anonimato, disse que as mudanças foram feitas a pedidos do anfitrião do encontro, o presidente do Peru, Alan García. Os líderes também disseram que enviarão em dezembro seus ministros de Comércio e chanceleres a Genebra, onde eles tentarão concluir a Rodada de Doha para um acordo mundial de liberalização comercial.

O encontro da Apec endossou as declarações feitas no final de semana passado, emitidas pelos líderes das vinte maiores economias do mundo, o G-20, após encontro em Washington nos EUA. Os países da Apec também se manifestaram "profundamente preocupados" com os aumentos nos preços dos alimentos e com o aquecimento global. O encontro da Apec também foi a última viagem oficial de Bush como presidente dos EUA ao exterior. Em 20 de janeiro, ele deverá passar o cargo ao seu sucessor, Barack Obama. O democrata não enviou representantes ao encontro em Lima.

Livre-comércio

Bush e García reafirmaram hoje o compromisso de iniciar a implementação do tratado de livre-comércio entre EUA e Peru, a partir de janeiro de 2009. "Os negociadores tanto do lado norte-americano quanto do peruano têm uma firme decisão da parte dos presidente, Bush e García, de terminar o processo para começar a implementar o tratado", disse o secretário adjunto para Assuntos do Hemisfério Ocidental do governo dos EUA, Thomas Shannon.

Peru e EUA firmaram o acordo de livre-comércio em 2006 e o Congresso norte-americano ratificou o pacto em dezembro do ano passado. A partir disso, o Peru começou a adequar sua legislação às exigências dos EUA, processo que ainda não acabou. Com informações da Dow Jones.

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