Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Anvisa aponta 3 lotes falsos de Cialis

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou ontem a apreensão e inutilização de três lotes do medicamento Cialis 20 mg, por serem objetos de falsificação: A172248, A231601 e A192658. O Cialis é usado para tratar disfunção erétil.

Agência Estado |

A resolução foi publicada ontem no Diário Oficial da União.

A empresa Eli Lilly, que produz o medicamento, não fabricou lotes com as identificações A172248 e A192658. Tais códigos foram inventados pelos falsários. Quanto ao lote A231601, existe um correspondente verdadeiro, comercializado pela empresa: a data de validade é junho de 2008. No remédio falsificado, a validade vai até março de 2009.

Não é a primeira vez que lotes falsificados do Cialis são apreendidos. No dia 29 de maio, a Anvisa publicou uma resolução determinando, pelo mesmo motivo, a retirada dos remédios com data de fabricação de abril de 2007.

Nas duas ocorrências, a agência informou que a comercialização dos lotes falsificados foi comunicada pela própria Eli Lilly.

No início do ano, a polícia francesa apreendeu no Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, 56 mil caixas com 224 mil comprimidos falsificados dos medicamentos Cialis e Viagra, também para disfunção erétil. O produto vinha da Índia e seria remetido ilegalmente para o Brasil. O valor estimado do carregamento foi de R$ 5,7 milhões.

O diretor de Assuntos Corporativos da Eli Lilly, Allan Finkel, explica que boa parte das denúncias chega através do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa. Os clientes desconfiam da embalagem ou dos próprios comprimidos e ligam para a empresa. A atendente confere, então, o lote, a data de fabricação e outras características do remédio. Finkel afirma que, em caso de dúvida, o cliente deve entrar em contato com o SAC da empresa (0800-701-0444).

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG