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Antes ponto fraco, assistência melhora

Antes ponto fraco, assistência melhora Por Juliana Rocha São Paulo, 29 (AE) - Ao comprar um computador, o encantamento do momento costuma fazer com que não reflitamos sobre as chances de a máquina apresentar problemas e, nesse caso, quais serão os meios para resolvê-los. No passado, obter assistência técnica para equipamentos da Apple no Brasil era complicado, demorado e com freqüência caro.

Agência Estado |

Mas isso está mudando com a maior presença da empresa no País.

Existem assistências técnicas nas capitais do Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. A Apple também está presente no Distrito Federal, Juiz de Fora (MG), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), Blumenau (SC) e Joinville (SC). Verifique qual é a loja mais perto no site oficial. Quem mora longe pode contactar a loja pretendida e enviar a máquina pelo correio.

Guilherme Melo, de 24 anos, conta que, como seu MacBook pertence à primeira geração com chip Intel, deu muito defeito. "Troquei três vezes a bateria e duas vezes a placa lógica (equivalente à placa-mãe nos PCs). Também tive de trocar o processador." Morador de Niterói, o estudante utilizou a assistência técnica no Rio. Mesmo assim, elogia o sistema. "Tenho o Apple Care, que amplia a garantia (leia box). O atendimento sempre foi rápido e ótimo", diz.

Já Inácio Lanari não teve tanta sorte. Depois que o monitor de seu MacBook apagou sem motivo aparente, o economista precisou esperar um mês para reaver o computador: "Primeiro pensaram que era um problema na tela e tive de esperar a chegada de uma nova. Só aí perceberam que o problema era outro, e novamente as peças tiveram de ser encomendadas."
Moradora de São Francisco Xavier (SP), Liliana Pellegrini teve boas e más experiências. A fonte de alimentação de seu MacBook queimou por causa de um raio. "Tive de enviar a fonte para São Paulo pelo correio. O processo demorou várias semanas. Acabei comprando um MacBook de reserva."
Em agosto, "com menos de um ano de uso", o disco rígido da primeira máquina queimou. No mesmo dia uma atualização travou o segundo notebook. Como tinha uma viagem programada a SP, Liliana foi pessoalmente a uma assistência técnica. "Procurei a Dr. Finder e eles foram ótimos. Conseguiram um HD para a primeira máquina e liberaram a segunda. Em três dias, ambas funcionavam."
Mas o preço do conserto ainda assusta. O cineasta paulista Eduardo Kishimoto, diretor do curta A psicose de Valter, reclama ter gasto, para reparar seu Mac mini, quase o valor de uma mesma máquina usada. "Paguei R$ 200 em uma fonte e R$ 800 na placa lógica."

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