Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Ânimo com eleições puxou as bolsas nos EUA ontem

SÃO PAULO - A eleição presidencial americana deu ânimo aos investidores em Wall Street. Os indicadores reagiram com fortes altas ao clima político, conforme a esperança de renovação no comando do país inspirou os participantes do mercado.

Valor Online |

O Dow Jones Industrial fechou com alta de 3,3%, aos 9.625 pontos. O Standard & Poor´s 500 saltou 4,1%, para 1.005 pontos. O eletrônico Nasdaq encerrou com 1.780 pontos, em elevação de 3,1%. O clima positivo e a valorização de petróleo e commodities puxaram a alta de ações dos setores de energia e itens básicos. A petroleira Exxon Mobil subiu 4,3% e a fabricante de alumínio Alcoa, 5%, por exemplo.

As ações do setor financeiro voltaram a avançar, com a queda dos juros do interbancário. A taxa Libor, cobrada no mercado londrino, continua baixando, o que sinaliza sucesso nas iniciativas para prover liquidez ao sistema bancário. Citigroup, Bank of America e JP Morgan fecharam o dia com alta de 4,9%, 3,9% e 3,5%, respectivamente.

As ações negociadas na Europa fecharam em forte alta, com destaque para o setor de commodities diante do aumento dos preços do petróleo e de metais. Papéis de bancos também se valorizaram com expectativas de que o nervosismo sobre a situação do setor vai se abrandar.

O principal índice de ações européias FTSEurofirst 300 subiu 4,33%, a 974 pontos, no sexto dia seguido de ganhos. Mas a queda do índice no ano ainda é de cerca de 35%.

Expectativas de que o Banco Central Europeu (BCE) e o Banco da Inglaterra cortarão a taxa de juro esta semana, depois da ação da Austrália, também impulsionaram a confiança dos investidores, antes do resultado das eleições presidenciais nos EUA.

Em Londres, o índice Financial Times fechou em alta de 4,42%, a 4.639 pontos. O DAX, de Frankfurt, avançou 5,0%, para 5.278 pontos. Também subiram fortemente os índices acionários dos mercados de Paris (4,62%), Milão (5,94%), Madri (5,36%) e Lisboa (6,06%).

(Valor Econômico, com agências internacionais)

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG