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Animação após Fed dura pouco e bolsas européias caem

A animação dos mercados internacionais com a decisão surpreendente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), ontem, de cortar o juro de 1% ao ano para uma banda de zero a 0,25% durou pouco e as bolsas européias operam em queda nas primeiras horas de pregão nesta quarta-feira. O movimento segue a reação mais contida das bolsas na Ásia e o recuo dos índices futuros das Bolsas de Nova York hoje, depois de o índice Dow Jones ter subido 4,2% ontem.

Agência Estado |

Segundo operadores, depois do impulso inicial nas bolsas em reação ao Fed, os investidores começam a avaliar as razões por trás da decisão, como a fraqueza da economia. O setor bancário é um dos destaques de queda, depois que o BNP Paribas divulgou fortes perdas na unidade CIB.

Às 7h55 (de Brasília), a Bolsa de Londres caía 1,25%, a Bolsa de Paris recuava 1,46% e Frankfurt operava em queda de 1,29%.

As ações do BNP Paribas recuavam 15,36%. O banco informou ontem à noite que a unidade de banco de investimento e corporativo registrou um prejuízo antes de tributos de 710 milhões de euros (US$ 1 bilhão) nos primeiros 11 meses do ano. O grupo disse que considera cortar cerca de 5% dos empregos da unidade no mundo e tomará outras medidas, incluindo reduzir o risco de mercado e estoques de bônus. Na esteira, outros bancos também perdiam, com HSBC Holdings em baixa de 5,87% e Deutsche Bank em recuo de 6,84%.

Nos mercados de câmbio, o euro sobe ante o dólar em relação ao fechamento de Nova York, uma vez que a decisão do Fed derruba a moeda norte-americana, que ficou com rendimento menor.

Embora a decisão do Fed ainda domine as mesas de operação, o mercado de petróleo concentra parte das atenções, diante da reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), na Argélia, em que um corte de produção é esperado por analistas. À espera da decisão, que deve sem anunciada hoje, o petróleo leve com vencimento em janeiro sobe 2,75% no pregão eletrônico da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), às 7h54, para US$ 44,80 por barril. As informações são da Dow Jones.

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