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Anfavea: setembro ainda não mostra impacto da crise

O presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Jackson Schneider, avalia que o Brasil deverá ser afetado de alguma forma pela crise financeira internacional. O executivo ressalta, no entanto, que ainda é cedo para dimensionar o impacto das turbulências.

Agência Estado |

"Temos condições mais favoráveis atualmente do que tínhamos em outras crises internacionais", disse. Segundo o presidente da Anfavea, as vendas de setembro ainda não indicam nenhum reflexo desse cenário. Schneider adiantou que as vendas dos primeiros dias de outubro apontam crescimento sobre setembro. Para ele, um previsão mais consistente não pode ser feita em cima de um espaço curto de tempo. "É preciso um período de tempo maior para avaliar os impactos da crise sobre o País", avaliou.

O executivo afirmou que as decisões de investimentos anunciadas estão mantidas, assim como as previsões da Anfavea para 2008. Segundo ele, todo novo aporte demanda estudos e análises e não pode ser definido por conta do "calor do momento". "Esses investimentos seguem uma razão lógica estrutural para a economia brasileira e são pensados para o médio e longo prazo. Continua a convicção de que o Brasil seguirá crescendo em 2009, mesmo que em um ritmo diferente", declarou. Para o presidente da Anfavea, o mercado financeiro brasileiro não tem problemas de solvência, como o que se vê hoje no mercado internacional. "O Brasil tem um sistema financeiro mais sólido, mais líquido e protegido em relação ao que vemos hoje fora do País", afirmou.

Para Schneider, o governo deve continuar buscando estímulos para a expansão do crédito, seja para o segmento rural, industrial ou de consumo, como já vem acontecendo. Ele disse acreditar que a liquidez no Brasil "está garantida". "Teremos momentos de emoção como hoje, mas ela (liquidez) virá", comentou.

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