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Aneel: tarifa da CPFL Piratininga ficará 15% mais cara

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a distribuidora paulista CPFL Piratininga a aplicar, a partir da próxima quinta-feira, reajuste médio de 15,03% nas tarifas de energia elétrica. Para os clientes industriais, o aumento será de 16,36%, enquanto as residências pagarão 14,01% a mais.

Agência Estado |

A CPFL Piratininga abastece 1,3 milhão de unidades de consumo em 27 municípios da baixada santista e da região oeste do Estado de São Paulo. Segundo a Aneel, o forte reajuste foi influenciado por diversos fatores, entre eles, o repasse do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), que é usado para calcular parte do aumento. O IGP-M acumula alta de 12,31% nos últimos 12 meses, o que gerou um impacto de 4,9 pontos porcentuais no índice de reajuste.

A recente alta do dólar, provocada pela crise financeira internacional, colaborou com 1,59 ponto porcentual para o reajuste. O dólar mais caro impacta o preço da energia de Itaipu, que é cotado na moeda americana.

Além disso, o acionamento de usinas termoelétricas, desde o início do ano, para poupar água nos reservatórios das hidrelétricas contribuiu com mais 2,3 pontos porcentuais para o reajuste médio.

A Aneel ressalta que o reajuste poderia ser ainda maior se fosse considerada a energia comprada pela CPFL Piratininga de outras empresas do mesmo grupo. "A distribuidora tem que buscar o melhor para seu consumidor. Mesmo se do outro lado do balcão estiver seu primo", disse o diretor-geral da Aneel, Jerson Kelman.

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