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Aneel antecipa para 26/11 leilão de linhas do Madeira

O diretor da Agência Nacional de Energia elétrica (Aneel), Jerson Kelman, anunciou hoje que o leilão de concessão das linhas de transmissão do complexo hidrelétrico do Rio Madeira, em Rondônia, foi antecipado em dois dias: passou de 28 de novembro para 26 de novembro. Segundo Kelman, a mudança na data ocorreu porque a Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, onde será realizado o leilão, já estava ocupada no dia 28.

Agência Estado |

A nova versão do edital de leilão das linhas do Madeira será publicada amanhã no Diário Oficial. Esta é a segunda mudança de data desse leilão. Na última terça-feira, a Aneel decidiu adiar de 31 de outubro para 28 de novembro a data do leilão. O adiamento foi motivado pelas preocupações do governo com relação aos efeitos da crise financeira mundial. Agora, a data foi mudada para 26 de novembro.

Biomassa

A Aneel aprovou, também hoje, o edital do primeiro leilão de concessão das chamadas "estações coletores", sistemas de transmissão de energia destinados a conectar usinas de biomassa e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) ao sistema elétrico brasileiro. Nesse primeiro leilão, marcado para o dia 24 de novembro, na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, serão licitadas estações coletores que ligarão à rede elétrica nacional 27 usinas de biomassa localizadas em Goiás e Mato Grosso do Sul.

Essas usinas, que terão potência de aproximadamente 2 mil megawatts (MW) no total, participaram, em agosto passado, do primeiro leilão de energia voltado exclusivamente para usinas que geram energia a partir de biomassa. No caso deste leilão, essas centrais são, principalmente, usinas de álcool que vão, agora, entrar no mercado de energia elétrica processando bagaço de cana-de-açúcar.

As usinas produtoras de álcool estão, em alguns casos, localizadas em regiões afastadas dos linhões da rede nacional de energia. Essa falta de conexão delas com o sistema era apontada como um dos principais obstáculos para que os usineiros entrassem no mercado de energia elétrica. A solução encontrada pelo governo foi a de oferecer às empresas que lidam com transmissão a possibilidade de construírem e operarem as estações coletoras.

No leilão do próximo 24 de novembro, serão licitadas nove linhas e nove subestações para o sistema interligado nacional, cinco linhas e 13 subestações que serão compartilhadas pelas usinas de uma mesma região, e 20 linhas exclusivas para as usinas se conectarem à rede nacional.

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