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Andamos na cobiçada esportiva Yamaha R1

Uma das motocicletas mais desejadas do mundo, a superesportiva Yamaha YZF-R1 está em sua quinta geração. O modelo, que tem preço sugerido de R$ 59.

Agência Estado |

384, acaba de completar dez anos, durante os quais esteve em constante evolução, ganhando cada vez mais tecnologias avançadas.

Produzida no Japão, essa superesportiva traz de série o inovador controle de admissão de ar variável, batizado de Yamaha Chip Controlled Intake (YCC-I). A tecnologia tem sistema servoassistido eletronicamente, que comanda quatro dutos, divididos em duas partes: inferior e superior.

Quando estão totalmente conectados, os dutos atingem 14 cm de comprimento, o que reduz o consumo de combustível e melhora o desempenho da moto em baixa rotação. A partir do momento que o piloto acelera, a abertura pode diminuir até 6,5 cm. Então, há melhor aproveitamento do motor.

Outra novidade é o acelerador eletrônico YCC-T . O sistema otimiza a aceleração, favorecendo entrega de torque desde as baixas rotações. Com isso, as respostas são rápidas, mas sem agressividade. O propulsor não "engasga".

Acelerando

O motor de quatro cilindros e 998 cm3, arrefecido a líquido, rende 180 cavalos (189 cv com indução a ar). Com toda essa potência e auxiliada pelos recursos eletrônicos, a R1 é empolgante. Se o piloto trocar as marchas em faixa de rotação próxima ao limite, a moto ultrapassa 150 km/h já em segunda.

A Yamaha não divulga qual é a velocidade final da motocicleta. O painel digital marca máxima de 299 km/h. No entanto, em avaliação feita por Autos, a R1 mostrou potencial para ultrapassar esse número.

Frenagem é outro ponto forte da motocicleta. Em relação à geração anterior, a Yamaha diminuiu o diâmetro dos discos dianteiros em 10 mm (agora têm 3,10 cm) e instalou pinças de fixação radial de seis pistões, que garantem que ela pare progressivamente.

Sua ciclística também impressiona. Como tem entreeixos curto (1.415 mm) e centro de gravidade baixo, permite contornar curvas com facilidade.

A R1 traz ainda a inédita embreagem antitravamento. Em reduções bruscas, o sistema limita o torque e reduz o efeito do freio-motor, evitando que a roda traseira derrape.

O modelo não é dos mais indicados para o dia-a-dia . Se o condutor não estiver relaxado, seus braços cansam.

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