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Anatel: mercado de TV por assinatura precisa ser destravado

A avaliação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) é de que o mercado brasileiro de TV por assinatura precisa ser destravado. No País, existem 6,1 milhões de assinantes e este número pouco evoluiu nos últimos anos.

Agência Estado |

Outro problema é a baixa cobertura dos serviços: apenas 471 municípios têm TV por assinatura e eles estão concentrados nos grandes centros.

A licitação, no entendimento de técnicos do setor, promoverá a entrada de novos competidores e estimulará a concorrência. O mercado está concentrando em dois grupos que detém mais de 75% de participação no mercado, segundo a Anatel. O grupo Globo/NET tem 43,37% dos assinantes e a Sky/DirecTV 28,76%. As demais operadoras têm juntas participação de 24,87% do mercado.

A pouca concorrência no setor e os preços altos dos planos de serviços - média de R$ 55 pelo pacote básico de canais - são considerados pela agência como obstáculos à expansão. Segundo levantamento da Anatel, 75% dos assinantes estão nas classes A e B, 22% na classe C e apenas 3% nas classes D e E. A audiência estimada pela Anatel é de 21 milhões de telespectadores.

A tecnologia via cabo concentra a maior parte do mercado, com 60% dos assinantes. O segmento via satélite (DTH), detém 34% do mercado e é predominante em regiões mais isoladas, como Norte e Nordeste. O setor de TV por assinatura via micro-ondas terrestres vem em terceiro lugar, com 6% de participação.

A distribuição regional dos serviços de TV paga também é desigual. O Sudeste aparece em primeiro lugar, com 66,3% dos assinantes, sendo que a maior parte deles está no Estado de São Paulo, com 43,1%. O Sul vem em segundo lugar, com 16,5%, seguido do Nordeste (8,3%), do Centro-Oeste (6,2%) e do Norte (2,7%).

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