RIO - A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) decidiu abrir processo administrativo para averiguar as condições de segurança operacional da empresa Manaus Aerotáxi. No sábado, no estado do Amazonas, um avião da companhia caiu no rio Manacapuru, um afluente do Solimões, causando a morte de 24 dos 28 passageiros e tripulantes a bordo.

O prazo para terminar o processo administrativo da Anac varia de 1 a 6 meses, dependendo das dificuldades encontradas na averiguação. Além do Bandeirante acidentado no fim de semana, a empresa tinha cadastrados na Anac outras cinco aeronaves: mais dois Bandeirantes, dois Turbo Commander e um Xingu.

A companhia opera desde 2003 e não havia, até sábado, registros de acidentes com seus aparelhos. A mais recente auditoria da Anac na Manaus Aerotáxi ocorreu em novembro de 2008 e não foram constatadas irregularidades que comprometessem as operações.

(Rafael Rosas | Valor Online)

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