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#145;Não haverá licenciamento político#146;, diz Minc

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirmou ontem que não cederá a pressões para acelerar a concessão da licença ambiental para a usina hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira (RO). Em visita à capital paulista, Minc garantiu que a licença só sairá quando todos os aspectos jurídicos e legais forem contemplados.

Agência Estado |

Ele participou do Fórum Amazônia Sustentável e aproveitou para almoçar com a petista Marta Suplicy, que disputa a prefeitura paulistana.

"Não vai haver licenciamento político. Tem o tempo das chuvas, mas o tempo do licenciamento é o tempo da legalidade ambiental. Todos os ritos têm de ser cumpridos", afirmou o ministro.

Diante das afirmações do Consórcio Energia Sustentável do Brasil (Enersus) de que custará a cumprir o cronograma da obra com a demora no licenciamento, Minc disse que o processo levará o tempo necessário para prevenir obstáculos futuros ao andamento do projeto.

"Temos tomado todo o cuidado. Porque tem a janela hidrológica, mas, se não houver segurança jurídica, você fica sem a janela, sem a porta e sem o teto. Não adianta correr com uma licença, ela cair na Justiça e ficarmos um ano com uma obra parada", disse o ministro.

Minc esclareceu que, até o momento, não foi identificado um "impacto ambiental relevante" decorrente da alteração do local para a instalação da usina. Apesar da previsão de que uma área de mais 9 quilômetros seja inundada, ele esclareceu que apenas cinco famílias encontram-se instaladas no local e nenhuma espécie seria ameaçada. "Do ponto de vista estritamente ambiental, não há, aparentemente, aumento de impacto. Mas há um problema jurídico, que é a mudança de local." As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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