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#145;Há impacto sobre emprego e produção#146;, diz Serra

O governador José Serra disse ontem, em entrevista à TV Estadão, que a crise internacional terá impacto no País e no Estado, tanto sobre o emprego como a produção. Não é aquilo que se disse inicialmente ou que se deu a entender, que o Brasil era uma espécie de tranqüilidade num mar de tempestades, destacou.

Agência Estado |

Ele alertou para o risco de "efeito dominó" nas instituições financeiras. "Esse é um custo da crise e ele tem de ser enfrentado", frisou, sobre a importância de não deixar nenhum banco quebrar.

Como a crise econômica internacional afeta o Estado e a prefeitura?

É difícil prever. Primeiro, que há um impacto da crise internacional no Brasil, existe. Não é aquilo que se disse inicialmente ou que se deu a entender, que o Brasil era uma espécie de tranqüilidade num mar de tempestades. Impacto, fundamentalmente, sempre é sobre o emprego. E produção, que afeta o emprego. No caso do Estado, as preocupações são duas: São Paulo tem a economia mais avançada do Brasil - em geral, quando tem uma crise, logo afeta São Paulo, via emprego e arrecadação. Mas estamos tomando todo o cuidado para manter um padrão de austeridade que permita enfrentar a situação de tempestade, no caso de queda de receitas. Estamos preparados para enfrentar situações adversas. Acredito que a prefeitura também.

O Estado pode criar alguma ferramenta para dar suporte a empresas que venham a ser abaladas?

O Estado não tem instrumentos de crédito, exclusividade - e é correto que seja assim - do poder federal. Nós temos atuado na área tributária. Há um grande número de setores que tiveram alívio tributário. É um instrumento bastante limitado, mas, na medida do possível, nós temos atuado e vamos continuar fazendo. E mantendo um nível de investimentos elevado. Isso é muito importante.

O sr. teve alguma conversa com o presidente Lula em torno da crise?

Nenhuma conversa específica. A Nossa Caixa comprou a carteira de três bancos em dificuldades, por sugestão do governo federal. Temos de tomar muito cuidado para não permitir efeito dominó. Quebrar instituição financeira é uma coisa muito ruim. Infelizmente, esse é um custo da crise e ele tem de ser enfrentado. Há duas coisas que, no Brasil, não devem acontecer: deixar bancos, instituições financeiras, quebrarem sem mais; segundo, aumentar juro, que seria uma insanidade neste momento.

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