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#145;Como música para os ouvidos#146;

Paulo Godoy, presidente da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), ficou eufórico com o anúncio do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que vai destinar mais R$ 100 bilhões em recursos para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiar o setor. Ele diz, nesta entrevista ao Estado, que as empresas de infraestrutura estavam preocupadas com menor acesso ao crédito.

Agência Estado |

O que o sr. achou do anúncio do ministro Mantega?

Precisa perguntar? Foi como música para os ouvidos. Essa ação, que faz parte da nossa agenda, mostra a opção do governo pela infraestrutura como um agente anticíclíco para aliviar a retração econômica de alguns setores da economia brasileira. Além disso, é um sinal de que as obras do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC, serão mantidas.

Foi o melhor caminho para garantir os recursos para o setor?

Sim, porque ficou claro que há a intenção de fortalecer o funding do banco, hoje com restrições internacionais, no mercado interno. Este passo é fundamental para conseguir o fortalecimento também por aqui. Além disso, o banco também vai se socorrer com road-shows para captar fora do Brasil.

Os efeitos são imediatos? De que forma é possível agilizar o processo de liberação de recursos do BNDES?

A partir de agora, com o anúncio do ministério, deverá acontecer um maior número de concessões, por exemplo, em setores como o de energia. Até agora, um dos problemas era a falta de funding e isso acaba de ser solucionado. Além disso, o fato de parte dos recursos ser voltado para viabilizar o plano de investimentos da Petrobrás diminui a pressão sobre o crédito interno.

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