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Principais bancos centrais cortam juros para enfrentar crise financeira

Washington/Frankfurt, 8 out (EFE).- O Federal Reserve (Fed, banco central americano) e o Banco Central Europeu (BCE), além das autoridades monetárias de Reino Unido, Suécia, Canadá e Suíça, coordenaram suas atuações hoje para reduzirem as taxas de juros em 0,5 ponto percentual em uma ação conjunta contra a crise financeira.

Valor Online |

"Nós temos um enorme países com esses países (Índia, Rússia e China) e você não pode deixar esse comércio à mercê de dificuldades de crédito que possam vir de problemas de países ricos", observou Amorim, que participou nesta quarta-feira de encontro bilateral com o ministro de Relações Exteriores da Nicarágua, Samuel Santos López, no Rio de Janeiro.

Amorim defendeu o posicionamento conjunto dos países do Mercosul frente à ameaça financeira atual. Ele mencionou o assunto ontem a Mantega, por meio de uma carta, e afirmou que já acontecem tratativas para que se encontre uma data para uma reunião entre os ministros das Relações Exteriores e da Fazenda dos integrantes do bloco. Segundo o ministro, a reunião poderá contar também com os presidentes dos bancos centrais do Mercosul.

"Temos que estudar uma resposta conjunta para evitar que ocorram problemas que existiram em outras crises. Hoje estamos muito mais protegidos, de modo que não creio em nenhuma medida dramática, mas pelo menos uma análise conjunta da crise precisamos ter", sustentou.

O ministro brasileiro cobrou ainda uma maior participação do FMI para amainar os efeitos da crise. Na visão dele, o Fundo tem que "passar a encarar a realidade dos países desenvolvidos". "É muito importante que o FMI volte a ser relevante. Inclusive, esta foi a missão para o qual foi criado", disse. "O FMI era uma espécie de autoridade monetária internacional, fiscalizadora", acrescentou.

(Rafael Rosas | Valor Online)

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