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Amorim acredita que Mercosul poderá dar respostas coordenadas à crise

Brasília, 22 out (EFE).- O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, manifestou hoje sua esperança de que a reunião do Conselho do Mercado Comum do Mercosul convocada para a próxima segunda-feira permita definir mecanismos de resposta coordenada diante da crise financeira.

EFE |

Amorim admitiu que é possível que a reunião de Brasília não alcance a desejada "coordenação", mas esclareceu que, pelo menos, haverá a tentativa de que a resposta de cada país perante os abalos do sistema financeiro mundial sejam "transparentes", para que "não haja surpresas".

O Brasil, que está na Presidência do Mercosul durante este semestre, convocou a reunião extraordinária do Conselho para, precisamente, discutir o impacto regional da grave crise financeira global.

O Conselho do Mercado Comum é integrado pelos ministros de Exteriores e de Economia, e pelos presidentes de bancos centrais dos países do bloco.

Para a reunião extraordinária da segunda-feira, também foram convidados representantes da Bolívia, Colômbia, Chile, Equador e Peru, que têm o status de países associados, e Venezuela, em processo de adesão.

Em declarações a jornalistas, Amorim considerou que a região está em condições de dar uma resposta coordenada à crise, pelo menos em alguns terrenos.

Deu, como exemplo, o acordo alcançado entre Brasil e Argentina para substituir o dólar por suas próprias moedas nas operações comerciais bilaterais.

"Os instrumentos que desenvolvemos e estamos desenvolvendo com a Argentina ajudam a proteger o patrimônio da integração, o que é muito importante", principalmente em momentos de crise, disse Amorim. EFE ed/an

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