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American Airlines registra queda de 74,3% em seu lucro no 3º trimestre

SÃO PAULO - A American Airlines (AA) anunciou ter fechado o terceiro trimestre com um lucro líquido de US$ 45 milhões, 74,3% menos que em igual período do ano passado. O resultado, inclusive, só foi positivo por conta de um ganho de US$ 432 milhões obtido com a venda de uma subsidiária financeira, a American Beacon Advisors, para a Lighthouse Holdings.

Valor Online |

A empresa registrou um aumento de 8% no faturamento total, para US$ 6,42 bilhões. Em compensação, suas despesas operacionais tiveram alta de 18%, para US$ 6,63 bilhões, causando um prejuízo operacional de US$ 216 milhões, contra ganho operacional de US$ 319 milhões em igual período do ano passado.

Apenas a conta de combustíveis, um dos principais vilões da indústria neste ano, subiu 56,1% no trimestre em relação a igual intervalo de 2006, atingindo a marca de US$ 2,72 bilhões. Isso foi parcialmente compensado por uma redução de 5,8% em amortizações e depreciações, para US$ 289 milhões, e pela queda de 16,8% nas despesas com arrendamento de aeronaves, que representaram gasto de US$ 122 milhões entre julho e setembro.

"Embora o preço do combustível tenha caído de seus níveis recordes alcançados há alguns meses, a incerteza econômica, e o que isso pode significar para a demanda, é uma séria preocupação", afirmou o presidente do conselho e executivo-chefe da companhia, Gerard Arpey. "Seria leviano concluir que os preços dos combustíveis, que continuam voláteis, não são mais um desafio. A boa notícia é que, em resposta às preocupações em relação aos combustíveis e à economia, tomamos ações no início deste ano para reduzir a oferta de assentos, retirar de operação aeronaves ineficientes e impulsionar nossas receitas, e todas essas iniciativas estão caminhando", acrescentou.

Ele afirmou, porém, que ainda não é certo se será necessário, no futuro, tomar medidas adicionais para adaptar a companhia aos desafios e ao novo ambiente econômico da indústria.

A empresa afirma que, para o ano que vem, sua intenção é reduzir a capacidade em 9% em relação a 2007, com uma queda de 14% no segmento doméstico e manutenção da oferta nas operações internacionais.

(José Sergio Osse | Valor Online)

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