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América Latina pede mais flexibilidade de FMI e BM em linhas de crédito

Elena Moreno. Nações Unidas, 26 nov (EFE) - Vários países latino-americanos pediram hoje a instituições financeiras internacionais como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial (BM) uma maior flexibilização nas linhas de crédito para enfrentar uma crise que já bate às suas portas e que repercute nas economias dessas nações. O Programa da ONU para o Desenvolvimento (Pnud) e a Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (Aeci) organizaram hoje o 2º Fórum do Pensamento Social Estratégico na América Latina, no qual foram analisadas as formas como a região pode enfrentar a crise financeira que teve início nos países ricos. As condições de crédito nos países ricos se endureceram e isso afetará o fluxo de financiamento em direção às economias da região, disse hoje o ministro das Finanças da Costa Rica, Guillermo Zúñiga, que pediu maior flexibilidade às instituições financeiras diante da eventualidade de que os países pudessem precisar de liquidez. Nessa mesma linha expressaram-se outros ministros da região e a diretora-regional para América Latina e Caribe do Pnud, Rebeca Grynspan, que ressaltou a necessidade de que essas linhas de crédito que possam dar liquidez às economias estejam disponíveis de forma rápida e não condicionada. Para ajudar as nações a superar a crise a curto prazo, o FMI disponibilizou, no final de outubro, um fundo de US$ 100 bilhões para conceder empréstimos de emergência sem condições estipula...

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EFE emm/db

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