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América Latina não permitirá chantagens de órgãos multilaterais, diz Correa

Quito, 29 nov (EFE) - O presidente do Equador, Rafael Correa, afirmou hoje que a América Latina não permitirá chantagens de organismos multilaterais de crédito sobre as decisões soberanas do país, como não pagar a dívida externa que considerar ilegítima.

EFE |

"Fazem isso (chantagear), vão receber a resposta contundente de pelo menos seis países da América Latina, estamos unidos frente à opressão", destacou Correa em seu relatório semanal de trabalhos.

O líder disse que na reunião desta semana em Caracas da Alternativa Bolivariana para as Américas (Alba), integrada por Venezuela, Cuba, Bolívia, Nicarágua, Honduras e Dominica, recebeu um respaldo à sua crítica ao processo de endividamento externo da nação.

Uma investigação oficial achou supostas irregularidades na contratação da dívida externa do Equador que poderiam aprovar a eventual decisão de não pagar certos lances da mesma.

"O imperialismo no século XXI já não são aviões, já não são porta-aviões, cruzeiros, canhões, se chamam dólares, assim é que querem nos dominar, já basta dessas pressões", ressaltou Correa.

"Têm uma mensagem muito clara certas burocracias internacionais que, como sempre, são cúmplices dos credores e exploradores de nosso país, mas vão encontrar uma nova América Latina, cheia de dignidade, que saberá dar as respostas do caso se permitirem-se fazer essas chantagens", ressaltou o líder.

Correa afirmou que a recente reunião da Alba foi uma das mais "frutíferas" às quais assistiu, pois os países-membros estão de acordo em começar a unidade "com os quais querem integrar-se", ao contrário, em sua opinião, do que ocorreu com a União de Nações Sul-americanas (Unasul).

Nessa reunião, disse Correa, apostou-se em criar o Banco do Sul, estabelecer fundos de reserva, um sistema de compensação entre países e adotar uma moeda contábil, um passo que qualificou de "sumamente importante para uma verdadeira soberania e independência da região". EFE sm/db

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