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Alternativa ao conteúdo ilegal vem do mercado

Alternativa ao conteúdo ilegal vem do mercado Por Lucas Pretti e Rodrigo Martins São Paulo, 04 (AE) - Enquanto a questão dos direitos autorais na internet não se resolve, algumas empresas já começam a encontrar alternativas para driblar a pirataria na indústria de entretenimento. Downloads pagos, mais baratos e fáceis; álbuns de música patrocinados e gratuitos; e rede exclusiva para jogadores como uma forma de dar privilégios a quem não adere à pirataria são algumas das opções.

Agência Estado |

Fora a indústria de games, que lidera o movimento, o principal expoente desse começo de mudança na mentalidade é o iTunes, o maior sistema de venda de músicas do mundo (não disponível no Brasil), pertencente à Apple. Desde 2003, já vendeu 6 bilhões de faixas de músicas pelo mundo afora. O segredo? O sistema é simples de usar e os preços são acessíveis: cada faixa custa cerca de US$ 0,99. Além disso, integra-se ao tocador de música mais popular hoje, o iPod, além do iPhone.

Outras experiências diferentes querem dar liberdade para o usuário baixar o quanto quiser e por um preço fixo. No ano passado, Nokia e Sony Ericsson lançaram na Europa sistemas semelhantes. No primeiro caso, o preço já estava incluso no aparelho. No segundo, custava cerca de R$ 30 por mês.

No Brasil, o Sonora (sonora.terra.com.br) faz a mesma experiência, só que para acesso pelo computador. Fazendo uma assinatura de R$ 19,90 por mês, o usuário tem acesso a um acervo de 600 mil músicas, podendo baixar o quanto quiser. O problema é que, se parar de pagar o serviço, as músicas travam em 30 dias.

A gravadora Trama foi um pouco mais fundo. Como as pessoas já baixam as músicas e a venda de CDs cai vertiginosamente, por que não encontrar uma forma de disponibilizar o trabalho gratuitamente e, mesmo assim, lucrar? Foi o que fez. Pelo projeto Álbum Virtual, empresas patrocinam o lançamento dos álbuns e o internauta baixa de graça, inclusive com o arquivo da capinha do disco para imprimir.

Na área de vídeos, o site NetFlix, uma videolocadora virtual dos EUA, encontrou uma saída próxima à do MySpace. Por apenas US$ 9 por mês, disponibiliza um acervo de 16 mil filmes para o usuário assistir por streaming quantas vezes quiser. Não dá para fazer o download, mas é para assistir na tela do PC.

Emissoras de TV também já apostam na web. O site Hulu.com traz as principais séries dos EUA para assistir via streaming. É de graça, mas não está disponível no Brasil. Entretanto, a Rede Globo disponibiliza, de graça, os episódios da novela teen Malhação no YouTube, além de ter todos os seus programas para assistir de graça no site Globo.com, o qual permite "embedar" os vídeos em blogs, por exemplo.

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