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Alta dos preços de combustíveis e alimentos preocupa FMI

Washington, 1 jul (EFE).- O Fundo Monetário Internacional (FMI) disse hoje que Governos de diversos países terão que ajustar suas políticas em resposta à alta dos preços dos alimentos e combustíveis.

EFE |

Além disso, a entidade afirmou que a comunidade internacional terá que fazer a sua parte para impedir uma crise global.

"Alguns países estão em um ponto crítico", afirmou o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss Kahn.

Os aumentos nos preços dos alimentos e combustíveis afetam mais aos países pobres, dependentes das importações, explicou o FMI em relatório divulgado hoje.

"Se os preços dos alimentos continuarem subindo e os do petróleo se mantiverem estáveis, alguns Governos já não poderão alimentar sua população e nem manter a estabilidade de suas economias", disse Strauss Kahn.

Segundo o diretor-geral, a comunidade internacional e os países pobres devem lutar para "garantir o fornecimento de alimentos e preservar os benefícios de redução da pobreza obtidos nos últimos anos com o crescimento mais rápido, a inflação baixa, e melhores posições de orçamento e balança de pagamentos".

O estudo determinou que os preços mais altos dos alimentos significaram que um grupo de 33 países pobres, importadores de alimentos, gastaram US$ 2,3 bilhões, ou 0,5% de seu Produto Interno Bruto (PIB) de 2007.

No mesmo período, os aumentos de preços do petróleo sobre 59 países de baixa renda foi de US$ 35,8 bilhões, o que representava 2,2% de seu PIB.

Em março, os preços dos alimentos para 120 países de baixa renda e mercados emergentes foram 12% mais altos que um ano antes, comparado com uma inflação de 10% dos três meses anteriores.

A inflação nos preços de combustíveis também cresceu de 6,7% a 9% no mesmo período, segundo o relatório do FMI. EFE jab/ab/plc

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