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Alta do juro não vai conter expansão do crédito, diz analista

A concessão de crédito à pessoa física deve prosseguir em expansão acelerada neste primeiro semestre, com forte impacto sobre o consumo das famílias, prevê o chefe do departamento de economia da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e ex-diretor de Política Monetária do BC, Carlos Thadeu de Freitas. Segundo ele, a dosagem de aumento da taxa Selic é que vai determinar o efeito que a alta no juro terá, a partir do segundo semestre, sobre a disponibilidade de crédito aos consumidores.

AE |

A concessão de crédito à pessoa física deve prosseguir em expansão acelerada neste primeiro semestre, com forte impacto sobre o consumo das famílias, prevê o chefe do departamento de economia da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e ex-diretor de Política Monetária do BC, Carlos Thadeu de Freitas. Segundo ele, a dosagem de aumento da taxa Selic é que vai determinar o efeito que a alta no juro terá, a partir do segundo semestre, sobre a disponibilidade de crédito aos consumidores. Na avaliação de Freitas, apenas uma elevação gradual poderá injetar alguma incerteza nos mercados e pressionar os juros futuros, reduzindo um pouco o efeito do crédito no consumo. Para Freitas, uma alta mais forte dos juros hoje, de 0,75 ponto, terá pouco efeito no crédito à pessoa física porque o aumento já foi precificado. "Os juros futuros já subiram, mas como os prazos de financiamento são longos, não houve efeito sobre a concessão de crédito." De acordo com o economista, se confirmada hoje, a alta da Selic só terá efeitos no consumo no segundo semestre e, especialmente, no início de 2011. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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