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Alta da Selic não ameaça novos investimentos, diz Miguel Jorge

SÃO PAULO - Apesar da aceleração da alta do juro básico brasileiro, elevado em 0,75 ponto percentual na semana passada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) para 13% ao ano, continuam firmes as decisões de investimento produtivo no país. A avaliação é do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, que prevê a continuidade dos aportes no setor privado.

Valor Online |

 

    Para ilustrar sua opinião, Miguel Jorge mencionou que na próxima semana uma grande fabricante de caminhões deve anunciar investimentos significativos para expandir a produção. O ministro se esquivou de dar detalhes sobre a iniciativa, mas afirmou que a decisão foi informada após a elevação da Selic, na última quarta-feira.

    Ele citou ainda um levantamento do banco Bradesco, que mostrou um crescimento de 82% no total de investimentos anunciados pelas empresas no primeiro trimestre deste ano, que somou R$ 385,7 bilhões.

    O ministro também afasta a hipótese de o aperto monetário promovido pelo Banco Central (BC) vir a comprometer as iniciativas de investimento em 2009 e 2010. "Não acredito que isso aconteça. Todos sabem que o aperto é momentâneo e que voltaremos a ter redução de juros", afirmou.

    Além de planos de aumento de produção no setor automotivo e de autopeças, Miguel Jorge menciona os aportes na construção de seis novas siderúrgicas no país, em construção ou em planejamento, e investimentos também em quatro novas refinarias.

    O ministro participou nesta sexta-feira em São Paulo de almoço promovido pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef) sobre a Política de Desenvolvimento Produtivo do governo.

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