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Alitalia enfrenta horas decisivas para evitar sua quebra

Roma, 14 set (EFE).- As reuniões entre os sindicatos, os futuros compradores e o Governo italiano continuarão durante o dia todo de hoje em uma tentativa de evitar a quebra da companhia aérea Alitalia, que devido à delicada situação econômica esgotou todas suas reservas inclusive para comprar combustível.

EFE |

A situação da Alitalia se precipitou ontem depois que o comissário extraordinário da companhia aérea, Augusto Fantozzi, afirmou que "existe o risco de que se tenha que cancelar vôos devido às dificuldades de fornecimento de combustível".

Diante do perigo iminente da quebra, o Governo convocou ontem à noite os três sindicatos nacionais CGIL, CISL e UIL, e o de transportes ++UGL++, para tentar abrandar as posições dos representantes dos trabalhadores.

Segundo publicam hoje os meios de comunicação, durante a reunião noturna serão aproximadas posições entre os sindicatos e a Companhia Aérea Itália (CAI), criada por um grupo de empresários dispostos a comprar a Alitalia, tendo em vista uma menor redução dos salários.

Durante esta manhã se reuniram informalmente separadamente todas as partes envolvidas nesta operação, e o Governo recebeu o resto dos sindicatos da Alitalia.

Os meios de comunicação locais anunciam uma nova reunião oficial entre a CAI, os sindicatos e o Governo às 18h30 hora local (13h30 de Brasília).

O futuro da Alitalia "dependerá das reuniões de hoje e da capacidade de realismo e de elasticidade que teremos todos, Governo, empresários e sindicatos", explicou hoje o secretário-geral do sindicato CISL, Raffaele Bonanni.

A situação permanece tranqüila, da mesma forma que ontem, no aeroporto de Fiumicino, onde apesar das assembléias dos trabalhadores só aconteceram alguns atrasos e não se produziram cancelamentos de vôos. EFE ccg/ma

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