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Alimentos têm maior queda desde julho de 2006 e aliviam IPC-S

SÃO PAULO - A inflação pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) marcou mais uma semana de desaceleração, em razão do aprofundamento da queda dos custos de alimentos, que foi a maior desde meados de julho do ano passado. O indicador subiu 0,24 por cento na terceira prévia de agosto, ante alta de 0,34 por cento na segunda leitura do mês, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta segunda-feira.

Redação com agências |

 

"A principal contribuição para o recuo da taxa partiu do grupo Alimentação, que registrou queda de 0,45%, a menor taxa desde a segunda semana de julho de 2006%, disse a FGV em nota.

Na segunda leitura do mês, os custos de Alimentação também haviam recuado, mas em ritmo menor, em 0,06%.

Na terceira prévia, todos os cinco itens da lista de maiores influências negativas para o IPC-S vieram dos alimentos: tomate, batata-inglesa, leite longa vida, melão e beterraba.

Avançaram menos entre a segunda e a terceira pesquisa do mês os grupos Transportes (0,23% para 0,18%) e Educação, leitura e recreação (0,09% para 0,06%) em razão, respectivamente, da contribuição dos itens gasolina e passeios e férias. Vestuário foi de uma redução de 0,23% para um decréscimo de 0,27%.

Em sentido inverso, aceleraram a trajetória de crescimento as classes de despesa Habitação, que partiu de uma elevação de 0,81% para 0,85%, e Saúde e cuidados pessoais, com alta de 0,54% ante o 0,52% da segunda apuração de agosto. Despesas diversas expandiram-se 0,97%, seguindo aumento de 0,71%.

O IPC-S da terceira leitura de agosto mediu a variação dos preços entre os dias 23 de julho e 22 de agosto, comparados aos coletados entre 23 de junho e 22 de julho.

(Com informações da Reuters e Valor Online)

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