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Alimentos explicam 63% do resultado do IPCA de junho, diz IBGE

SÃO PAULO - Os alimentos seguem pressionando o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), representando 63% do resultado do IPCA do mês passado, que avançou 0,74%. Em junho, o grupo Alimentação e bebidas subiu 2,11%, superando o 1,95% verificado um mês antes.

Valor Online |

O aumento nos preços continuou generalizado, e apenas o óleo de soja (-2,76%) e as frutas (-1,96%) merecem destaque pelas quedas, declarou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em nota.

Entre os produtos mais caros no meio do ano, apareceram o arroz , com acréscimo de 9,90%, e o feijão, com alta de 7,54% o preto e de 15,55% o carioca.

De janeiro a junho, os alimentos subiram 8,64%, excedendo a elevação registrada em período correspondente de 2007, de 3,93%. O IBGE também destacou que o ramo Alimentação e bebidas respondeu pelo maior impacto no IPCA nos 12 meses terminados em junho - com alta de 15,79%, contribuiu com 3,43 pontos percentuais, mais da metade do índice geral (6,06%).

Os bens não-alimentícios, por sua vez, registraram um abrandamento no ritmo de crescimento, indo de 0,46% em maio para 0,34% no mês seguinte. De janeiro a junho, apresentaram expansão de 2,26%, ultrapassando o 1,60% do primeiro semestre de 2007.

No mês passado, o IPCA cresceu 0,74%, variação essa inferior ao 0,79% de maio, mas mais marcada do que a apurada em junho do ano passado, de 0,28%.

(Valor Online)

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