Rio, 2 - Quedas e desaceleração de preços em classes de despesa de peso para o cálculo da inflação do varejo, como em Alimentação (de 0,31% para -0,12%) e em Educação, Leitura e Recreação (de 1,25% para 0,49%), levaram à taxa menor do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) de até 28 de fevereiro, que subiu 0,21%, após apresentar aumento de 0,39% no resultado anterior. Segundo informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV), no período, foram detectadas deflações e taxas de inflação mais fracas, respectivamente, em frutas (de -1,26% para -3,30%) e em cursos formais (de 1,97% para 0,56%).

Das sete classes de despesa usadas para cálculo do índice, quatro registraram desaceleração de preços, ou deflação mais intensa, na passagem do IPC-S de até 22 de fevereiro para o índice de até 28 de fevereiro. Além das duas já citadas, o mesmo foi verificado em Vestuário (de -0,57% para -0,71%) e Despesas Diversas (de 0,30% para 0,18%).

Os outros grupos apresentaram aceleração de preços no mesmo período. É o caso de Habitação (de 0,23% para 0,25%); Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,64% para 0,70%); e de Transportes (de 0,53% para 0,66%).

Ao analisar a movimentação de preços entre os produtos no âmbito do IPC-S até 28 de fevereiro, a FGV informou que as mais significativas altas de preço no varejo foram apuradas em manga (28,26%), açúcar refinado (10,77%) e aluguel residencial (0,64%). Já as mais significativas quedas de preços foram apuradas em maracujá (-32,09%), tomate (- 12,58%) e maçã nacional (-18,16%).

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