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Alemanha procura fórmulas para ajudar Opel a vencer crise

Berlim, 17 nov (EFE).- Os Governos federal e de diversos estados da Alemanha procuram fórmulas para ajudar a montadora de automóveis Opel a sair do difícil momento que atravessa, provocado, em parte, pela má situação do consórcio matriz General Motors.

EFE |

A chanceler alemã, Angela Merkel - acompanhada por seus ministros de Finanças, Peer Steinbrück, e de Economia, Michael Glos -, receberá esta tarde três figuras importantes da empresa para estudar a situação e buscar possíveis saídas.

Pela Opel, participarão da reunião o executivo-chefe, Hans Demant, o diretor da General Motors Europa, Carl-Peter Forster, e o presidente do Comitê de Empresa, Klaus Franz.

O porta-voz do Governo, Ulrich Wilhelm, negou-se hoje a dar detalhes sobre possíveis fórmulas concretas para ajudar a Opel e disse que a reunião desta tarde terá, antes de tudo, o objetivo de "conhecer em primeira mão qual é a situação da empresa".

A Opel pediu uma garantia estatal de 1 bilhão de euros para poder fazer frente a investimentos em inovação nos próximos meses.

Essa garantia poderia ser assumida conjuntamente por Governo federal e estados onde a empresa tem fábricas, como Hesse, Renânia do Norte-Vestfália, Renânia-Palatinado e Turíngia.

Existem temores de que, caso haja ajuda financeiras a Opel, estas sejam absorvidas pelo consórcio matriz, o que não ajudaria a salvar os aproximadamente 25 mil postos de trabalho diretos que a empresa tem na Alemanha.

Entre os responsáveis políticos, há diferenças sobre se a situação da Opel deve ser tomada como um caso isolado e especial ou se requer um programa de apoio para todo o setor automotivo.

Enquanto os ministros de Economia e de Finanças se mostram céticos a um programa de apoio geral ao setor, o primeiro-ministro de Hesse, Roland Koch, cogitou publicamente essa possibilidade.

Esta noite haverá uma segunda reunião relacionada com a situação do setor automotivo, na qual o ministro de Exteriores e vice-chanceler, Frank-Walter Steinmeier, receberá os dirigentes dos comitês de empresa do setor. EFE rz/fh/jp

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