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Alemanha adverte que crise do automóvel pode afetar emprego em breve

Berlim, 1 dez (EFE).- O ministro de Economia alemão, Michael Glos, advertiu hoje que a crise do setor automotivo pode afetar muito em breve o mercado de trabalho, depois de se reunir com representantes de produtores, distribuidores e vendedores da indústria.

EFE |

"É de temer que a crise seja sentida muito em breve para os empregados", disse Glos, que qualificou de "preocupante" a situação do setor automotivo.

No entanto, disse que não foram fixadas novas medidas específicas, além dos planos econômicos anunciados pelo Governo da chanceler alemã, Angela Merkel.

Segundo o ministro, é preciso esperar para ver a efetividade dos programas de ajudas iniciados.

Enquanto o Governo e os executivos de vários estados federados buscam fórmulas para ajudar o fabricante de automóveis Opel, os planos de Merkel não contemplam medidas aplicáveis a setores concretos, o que gerou críticas nos círculos político e econômico.

A aposta do Executivo para que a Alemanha enfrente a crise econômica prevê um programa dirigido a fomentar os investimentos públicos e privadas - com alguns incentivos fiscais - com recursos no valor de 32 bilhões de euros.

O Governo espera que o programa mobilize investimentos de até 50 bilhões de euros, entre programas estatais e atividades da empresa privada.

Em outubro, Merkel já havia anunciado um plano de resgate para o setor bancário que contempla avais públicos no valor de 400 bilhões de euros destinados a incentivar os créditos interbancários e a compra de pacotes acionários dos bancos privados por um valor total de 80 bilhões de euro, a fim de reforçar o capital dos institutos.

O Estado se reserva também outros 20 bilhões de euros para o caso de que parte dos avais tenha que ser aplicado.

Tanto Glos quanto o ministro das Finanças, Peer Steinbrück, rejeitaram sucessivamente a concessão de ajudas governamentais generalizadas para a indústria do automóvel, diante da crise.

"Não faz sentido fazer um programa geral conjuntural de ajuda à indústria do automóvel. O Estado não pode suprir a capacidade de compra privada e também não é responsável pelos erros da indústria", afirmou Steinbrück. EFE nvm/an

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