SÃO PAULO - O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, está em Berlim para conversar com a chanceler alemã Angela Merkel e o ministro das Finanças, Wolfgang Schäuble, sobre o apoio financeiro à Grécia. Na tentativa de persuadir os relutantes políticos alemães com relação a ajudar Atenas, Strauss-Kahn tem a companhia do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet. O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, o chefe da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Angel Gurria, e o chefe da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Juan Somavia, também estão na agenda da chanceler alemã.

SÃO PAULO - O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, está em Berlim para conversar com a chanceler alemã Angela Merkel e o ministro das Finanças, Wolfgang Schäuble, sobre o apoio financeiro à Grécia. Na tentativa de persuadir os relutantes políticos alemães com relação a ajudar Atenas, Strauss-Kahn tem a companhia do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet. O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, o chefe da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Angel Gurria, e o chefe da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Juan Somavia, também estão na agenda da chanceler alemã. A pressão aumenta para o socorro sair rápido a fim de que a crise da dívida grega não desestabilize toda a zona do euro. Ontem, a notícia de que a agência de classificação de risco Standard & Poor´s (S & P) rebaixou a nota de crédito da Grécia para níveis inferiores a grau de investimento provocou impacto nas praças acionárias internacionais. (Juliana Cardoso | Valor, com agências internacionais)
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