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AIE mantém projeção de produção de petróleo do Brasil

A Agência Internacional de Energia (AIE) manteve a previsão para a produção brasileira de petróleo em 2008 e 2009. Segundo a entidade, a oferta deve somar 1,9 milhão de barris por dia (bpd) neste ano e 2,1 milhões de bpd no ano que vem.

Agência Estado |

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Segundo a agência, o desenvolvimento de novos campos esperado ainda para 2008 inclui os projetos de Marlim Sul e Marlim Leste, na Bacia de Santos. A partir do segundo trimestre de 2009, haverá o projeto de Jabuti, na Bacia de Campos.

Para a produção dos países de fora da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), a AIE cortou a previsão de oferta para 2008 e 2009 e agora espera crescimento menor. As reduções foram de 180 mil e 85 mil barris por dia, respectivamente. Dessa forma, a oferta deve ficar na média de 49,9 milhão de bpd este ano e de 50,7 milhão de bpd no próximo.

Segundo a AIE, os Estados Unidos está no centro da redução da projeção para o bloco dos países que não fazem parte da Opep, em razão da passagem dos furacões Gustav e Ike. "Tempestades de outono, interrupções em gasodutos e adiamento de projetos justificam as mudanças, diz o relatório mensal da agência, divulgado hoje. Ainda assim, a oferta de 2008 deste bloco irá representar alta de 270 mil barris por dia em média, principalmente devido à produção do Brasil, China e as Repúblicas do Mar Cáspio.

Para 2009, a nova projeção indica aumento de 760 mil barris por dia na oferta dos países de fora da Opep. Segundo a agência, no próximo ano o Canadá e a Malásia irão se juntar à lista das nações em expansão de produção.

Já a previsão de demanda por petróleo nos países de fora da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) foi elevada. A AIE estima que a procura vai somar 38,3 milhões de bpd em 2008 (alta de 50 mil bpd sobre a projeção anterior) e 39,8 milhões de barris em 2009 (+20 mil bpd). A OCDE reúne 30 países, que produzem mais da metade de toda a riqueza do mundo. O Brasil não faz parte da organização.

"Essas alterações para cima estão principalmente relacionadas com a reavaliação da demanda na China no terceiro trimestre deste ano, com o uso da gasolina na Índia e o consumo de óleo combustível no Irã, afirma o relatório. Conforme a agência, a demanda dos países que não pertencem à OCDE continua compensando a contração vista nas nações mais desenvolvidas.

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