São Paulo - Apesar das críticas ao Código Florestal, setores ligados ao agronegócio já estão percebendo que é possível aumentar a produção de alimentos sem a necessidade de abdicar das áreas de proteção ambiental, só com investimentos para aumentar a produtividade. "Podemos continuar produzindo sem precisar desmatar, só com a intensificação do uso da terra", afirma Glauber Oliveira, presidente da Associação de Produtores de Soja do Estado de Mato Grosso (Aprosoja).

São Paulo - Apesar das críticas ao Código Florestal, setores ligados ao agronegócio já estão percebendo que é possível aumentar a produção de alimentos sem a necessidade de abdicar das áreas de proteção ambiental, só com investimentos para aumentar a produtividade. "Podemos continuar produzindo sem precisar desmatar, só com a intensificação do uso da terra", afirma Glauber Oliveira, presidente da Associação de Produtores de Soja do Estado de Mato Grosso (Aprosoja). Oliveira, que participou ontem do Fórum Estadão Centro-Oeste, em São Paulo, afirmou que em todo o Mato Grosso existem 26 milhões de hectares de pastagens, já degradadas, que podem ser utilizadas para produção de alimentos e de biocombustíveis. O Mato Grosso atualmente tem 7% de seu território ocupado pela agricultura, especialmente as culturas de milho e soja. O agronegócio responde por 70,2% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado. As informações são do jornal <b>O Estado de S. Paulo</b>.

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