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Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) concluíram que a agricultura tem como opção ser expandida numa área de 60 milhões de hectares que hoje possui pastagens com baixa produtividade - o equivalente a quase duas vezes e meia o tamanho do Estado de São Paulo. Segundo Gerd Sparovek, que atua em conservação do solo e planejamento do uso da terra na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, a agricultura pode mais do que dobrar a sua área sem necessidade de novos desmatamentos.

Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) concluíram que a agricultura tem como opção ser expandida numa área de 60 milhões de hectares que hoje possui pastagens com baixa produtividade - o equivalente a quase duas vezes e meia o tamanho do Estado de São Paulo. Segundo Gerd Sparovek, que atua em conservação do solo e planejamento do uso da terra na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, a agricultura pode mais do que dobrar a sua área sem necessidade de novos desmatamentos. Esses 60 milhões de hectares têm alta aptidão para a agricultura e atualmente abrigam pecuária extensiva, de baixa produtividade. "A conservação da vegetação natural passa necessariamente por uma revisão ou reinvenção do setor de produção pecuária", afirma ele. O resultado promete render polêmica com a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), pois ruralistas reclamam que grande parte do País é protegida ambientalmente e não pode ser usada pelo setor. Por isso, querem alterar o Código Florestal.

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