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África do Sul representa continente na Cúpula do G20

Johanesburgo, 13 nov (EFE).- O presidente sul-africano, Kgalema Motlanthe, acompanhado por seu ministro da Economia, Trevor Manuel, partiu hoje rumo a Washington para assistir à Cúpula do Grupo dos Vinte (G20), onde será o único representante da África.

EFE |

A Cúpula, da qual participam os países desenvolvidos do Grupo dos Oito (G8) e os considerados "potências emergentes", além de representantes da ONU, a União Européia e os organismos econômicos multilaterais, planeja definir as bases para a reforma do sistema financeiro mundial.

Na reunião, segundo indicou em uma nota de imprensa o Ministério de Relações Exteriores da África do Sul, se pretende chegar a um consenso para enfrentar a crise internacional e estabelecer uma série de princípios para a regulação e a organização do sistema financeiro.

A Cúpula de Washington, lembra a nota, ocorre depois do encontro preparatório do Brasil entre os ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais do G20, "centrado em assegurar a estabilidade financeira, apoiar o crescimento mundial e manter as recentes conquistas em redução da pobreza e inclusão social".

Por outro lado, a África do Sul leva a incumbência dos países africanos de defender suas posturas, para evitar que a crise "freie nossas perspectivas de crescimento" e conseguir que os países ricos "tomem medidas apropriadas para apoiar o desenvolvimento da África".

Os ministros africanos de Finanças e os presidentes de bancos centrais do continente, reunidos ontem em Túnis, decidiram apoiar o controle das instituições financeiras e seguir a harmonização dos sistemas fiscais e monetários, assim como o manejo das reservas de divisas para reduzir custos em momentos de crise.

Os representantes africanos se mostraram a favor de "concluir com sucesso" a Rodada de Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC), mas advertiram a "todos os países" que "se abstenham de tendências protecionistas", pois sem elas se pode "estimular a economia mundial e oferecer oportunidades aos pobres, especialmente na África".

Também reivindicam, por meio da África do Sul, uma presença de todos na hora de fazer propostas e decidir o novo sistema financeiro, e "um 'novo multilateralismo' que reflita de forma total a realidade atual e assegure uma adequada representação de todos os países". EFE cho/jp

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