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Aeronáutica corta metade dos concorrentes para vender caças ao Brasil

BRASÍLIA - A Aeronáutica informou hoje que selecionou três empresas entre as seis concorrentes para o fornecimento de novos caças supersônicos para renovação da frota de aeronaves da Força Aérea Brasileira. Fazem parte da nova etapa da concorrência os fornecedores a americana Boeing (fabricante do F-18 E/F Super Hornet), a francesa Dassault (Rafale) e a sueca SAAB (Gripen NG).

Valor Online |

Foram excluídas a russa Sukhoi (SU-35) , antes favorita no processo suspenso em 2005, a americana Lockheed Martin (F-16 Adv) e o consórcio europeu Eurofighter (Typhoon).

De acordo com nota divulgada pelo comando da Aeronáutica, o vencedor do processo será escolhido até 2009, da nova lista de três, para que o Brasil compre 36 aeronaves que integrarão o primeiro lote para entrega a partir de 2014. Os novos caças multi-emprego deverão ter expectativa de vida útil de, no mínimo, 30 anos. De forma gradativa, a FAB deverá substituir os atuais caças Mirage 2000, F-5M e A-1M.

A Aeronáutica informou que, para a seleção, foram avaliadas as informações fornecidas pelas empresas participantes da concorrência, "considerando aspectos referentes às áreas operacional, logística, técnica, Compensação Comercial (offset) e transferência de tecnologia para a Indústria Nacional de Defesa".

Também informou que pretende aprofundar a avaliação dos sistemas de armas à luz dos requisitos operacionais estabelecidos pela comissão gerencial do Projeto F-X2, criada em maio deste ano, para a nova frota.

"O Comando da Aeronáutica ressalta que este processo representa um importante avanço para sua Indústria de Defesa, com reflexos duradouros, possibilitando parcerias estratégicas de longa duração", diz o texto. "O conjunto de conhecimentos e capacitação tecnológica adquiridos nesta aquisição irá contribuir para que o Brasil tenha condições de produzir, ou participar da produção de caças de 5ª geração, em um futuro de médio e longo prazo", conclui a nota.

(Valor Online)

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