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Administradora de aeroportos de NY vai barrar novos vôos na região

SÃO PAULO - A Port Authority de Nova York e Nova Jersey, que administra os principais aeroportos das duas cidades, anunciou medidas para impedir a viabilidade de um plano que prevê o leilão de novos slots (permissões de pouso e decolagem) nos terminais aéreos da área metropolitana de Nova York. O plano é uma iniciativa do Departamento de Transporte dos EUA (DoT, na sigla em inglês) e da Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês).

Valor Online |

Segundo a Port Authority, ela não irá permitir a operação de vôos que sejam realizados utilizando slots concedidos por leilão ou processo semelhante. Em nota, a administradora afirma que ela e a vasta maioria das companhias aéreas acreditam que leilões de slots para os aeroportos John F. Kennedy (JFK), Newark e LaGuardia teriam um impacto severamente negativo para os consumidores. Além disso, afirma que a iniciativa do DoT e da FAA é ilegal, sem a aprovação do Congresso do país.

Em maio deste ano, o DoT revelou seu plano para oferecer em leilão até 20 slots por dia por um período de 10 anos às companhias que operam nos aeroportos JFK e Newark.

Na opinião da administradora, o leilão de slots nesses aeroportos iria levar a um aumento nos preços das passagens, sem garantir, em contrapartida, uma redução nos atrasos e no congestionamento nos aeroportos da área metropolitana de Nova York. A estimativa da Port Authority é que os preços das passagens de vôos para os terminais aéreos da região poderiam subir até 12%.

Além disso, afirma a nota, cerca de 25 mercados pequenos e médios para a aviação deixariam de oferecer vôos para esses aeroportos, uma vez que os leilões favoreceriam significativamente as operações entre grandes mercados.

A Port Authority afirma que, além de impedir a operação de aviões utilizando slots leiloados, ela também irá proibir qualquer tipo de uso do aeroporto por essas aeronaves, como, por exemplo, o aluguel de portões de embarque ou posições de estacionamento de equipamentos. Segundo ela, a única exceção poderá ser aberta para aeronaves de emergência.

(José Sergio Osse | Valor Online)

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