Os índices do mercado de ações dos EUA fecharam em leve alta, ganhando força diante da divulgação de dados mais fortes que o previsto sobre o consumo, a indústria e o mercado de habitação do país. O Dow Jones subiu 30,69 pontos, ou 0,29%, para 10.

464,40 pontos - maior nível de fechamento desde 2 de outubro do ano passado.

A Caterpillar estava entre os componentes que apresentaram o melhor desempenho, com alta de 1,79%, impulsionada por uma melhora na atividade industrial medida pelo Federal Reserve de Kansas City. Ainda dentro do índice, a Home Depot subiu 1,05%, reagindo a um aumento inesperado nas vendas de imóveis residenciais novos nos EUA em outubro.

O volume de negociações, no entanto, foi baixo, por conta da proximidade do feriado de Ação de Graças. O volume negociado na New York Stock Exchange (Nyse) somou 795,1 milhões de ações, de 952,1 milhões de ações ontem. No Nasdaq, o volume somou 1,362 bilhão de ações negociadas, de 1,807 bilhão de ações ontem; 1.235 ações subiram e 1.465 caíram.

Além disso, os ganhos foram limitados porque grande parte da melhora observada nos indicadores econômicos já havia sido embutida no valor das ações.

"O mercado já esperava grande parte das boas notícias, então os itens apresentados hoje não tiveram um grande impacto", disse Thompson S. Phillips Jr., presidente da FaithShares and T.S. Phillips Investments. Segundo ele, como o Dow Jones acumula ganho de 7,74% neste mês e segue renovando os recordes de fechamento para o ano, é possível que as ações recuem. "O mercado não vai só para cima".

O Nasdaq Composite fechou em alta de 6,87 pontos, ou 0,32%, a 2.176,05 pontos. O S&P 500 avançou 4,98 pontos, ou 0,45%, para 1.110,63 pontos, puxado pelo avanço de componentes dos setores de matérias-primas e de bens de consumo supérfluos.

As ações ligadas ao segmento de matérias-primas foram impulsionadas pelo avanço nos preços dos metais. O ouro atingiu um novo recorde ao longo do dia, enquanto o cobre e a prata renovaram seus respectivos recordes para o ano durante a sessão.

Já o setor de bens de consumo supérfluos ganhou força por conta de dados mais fortes que o previsto sobre o sentimento e os gastos dos consumidores nos EUA. As informações são da Dow Jones.

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