SÃO PAULO - Descolado do mercado americano, o Ibovespa quase zerou as perdas do pregão na tarde desta sexta-feira, mas voltou a cair com maior força minutos atrás. Por volta das 15h30, o principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que atingiu 67.242 pontos na mínima do dia, cedia 0,41%, aos 67.

SÃO PAULO - Descolado do mercado americano, o Ibovespa quase zerou as perdas do pregão na tarde desta sexta-feira, mas voltou a cair com maior força minutos atrás. Por volta das 15h30, o principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que atingiu 67.242 pontos na mínima do dia, cedia 0,41%, aos 67.698 pontos, com giro financeiro de R$ 4,049 bilhões. Já em Wall Street, o índice Dow Jones perdia 0,77%, enquanto o Nasdq recuava 1,33% e o S & P 500 caía 1,0%. Apesar do mau humor externo, num dia movimentado por indicadores americanos e notícias negativas para o Goldman Sachs, a Bovespa tem uma baixa menos expressiva em parte pelo desempenho dos papéis da Petrobras. As ações das petroleiras ganham força com a alta dos preços da commodity, em meio às preocupações em relação ao derramamento de petróleo no Golfo do México. Há instantes, as ações PN da Petrobras giravam R$ 320,9 milhões, com ganhos de 0,39%, a R$ 33,15, enquanto os papéis ON da OGX Petróleo avançavam 1,62%, a R$ 17,48, com volume de R$ 173 milhões. Entre as maiores altas do Ibovespa estão os papéis ON da Lojas Renner, com valorização de 5,06%, a R$ 43,60, PDG Realty ON, com aumento de 3,74%, a R$ 15,81, e Telemar PN, com apreciação de 3,62%, a R$ 26,01. No sentido oposto, entre as quedas mais expressivas do índice figuram as ações ON da Redecard, com baixa de 1,92%, a R$ 28,98; Fibria ON, com depreciação de 2,29%, a R$ 34,12; e MMX ON, com desvalorização de 2,57%, a R$ 12,86. (Beatriz Cutait | Valor)

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