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Acionistas do Fortis rejeitam divisão e venda da entidade

Bruxelas, 11 fev (EFE).- Os acionistas do Fortis rejeitaram hoje, durante a assembleia geral, a venda das atividades holandesas do Fortis ao Estado holandês e a nacionalização do Fortis Bank pelo Estado belga.

EFE |

A transferência do negócio holandês foi rejeitada por 57% dos acionistas presentes e a nacionalização parcial da divisão bancária teve a oposição de 50,26%.

Diante da rejeição dos dois primeiros pontos, não foi votada a venda de parte do Fortis ao BNP Paribas, dado que, sem a nacionalização prévia, o Estado belga não pode vender parte da entidade.

Para a assembleia, estavam credenciados cerca de 5 mil acionistas do Fortis, que controlam 551.419.709 das ações, 20,32% do capital.

Depois do voto sobre a fragmentação e venda do Fortis, os acionistas continuaram com a votação sobre os sete candidatos para o novo Conselho de Administração.

Como tinha avisado no início da assembleia o atual vice-presidente, Jan Michel Hessels, três dos sete candidatos retiraram sua candidatura devido ao fracasso da operação de venda ao BNP Paribas.

O candidato apresentado pelo grupo segurador chinês Ping An, primeiro acionista do Fortis, com 5% do capital, Jozef De Mey, foi aceito por 91,42% das acionistas.

Jan Zegering Hadders e Georges Ugeux, ambos apresentados pelas associações de pequenos acionistas Deminor e VEB, foram aprovados por 93% e 57%, respectivamente, enquanto Dirk Van Daele foi rejeitado por 59%.

Os três candidatos farão parte do novo Conselho de Administração se receberem também votos positivos na assembleia geral do próximo dia 13, em Utrecht. EFE vl/an

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