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Um dia depois de ter o preço alvo de suas ações reduzido a zero por analistas de bancos, as ações da General Motors, montadora com risco de falência nos Estados Unidos, caíram mais 13%, atingindo o pior nível em 65 anos (desde 1943). Durante o pregão de ontem, os papéis chegaram a cair 18%, mas subiram um pouco, fechando a US$ 2,92 na Bolsa de Nova York.

Na segunda-feira, já haviam caído 30%.

A GM alertou que a Delphi, sua maior fornecedora de peças, pode não conseguir sair da concordata. A GM ainda traçou perspectivas sombrias para a ResCap, uma das maiores empresas de empréstimos hipotecários dos EUA. A ResCap é controlada pela GMAC, na qual a GM tem 49% de participação.

Com as vendas em queda acentuada diante da falta de crédito, e sem poder contar com a ajuda de fornecedores, o socorro governamental é visto como uma das únicas alternativas para impedir que a empresa entre com pedido de proteção no Capítulo 11, a lei de recuperação judicial americana. Ontem a Casa Branca afirmou que estava aberta a avaliar propostas do Congresso para acelerar a liberação de empréstimos para a indústria automotiva, de um pacote de socorro de US$ 25 bilhões já aprovado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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