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Vicunha perde R$ 70 milhões com operações de derivativos

A Vicunha Têxtil informou ontem, em nota, que a soma de seu prejuízo com operações de derivativos cambiais é de R$ 70 milhões. Foram realizadas operações com os bancos Citibank, ItaúBBA, UBS Pactual, Barclays e Merrill Lynch.

Agência Estado |

Depois, se recuperaram um pouco mas, mesmo assim, fecharam em queda de 23%, cotados a US$ 3,36.

Na sexta-feira, Wagoner admitiu pela primeira vez a possibilidade de a empresa pedir concordata. Em conferência para comentar os resultados da companhia, o executivo disse que "a empresa usará todas as fontes de financiamento possíveis para evitar a concordata". E advertiu sobre as "graves conseqüências" para a economia americana se a GM tiver de se proteger dos credores.

A empresa fechou o terceiro trimestre com prejuízo de US$ 4,2 bilhões, excluindo itens não recorrentes, e com queda de 13,2% na receita, que ficou em US$ 38 bilhões. Na sexta-feira, a montadora anunciou 3,6 mil cortes de empregos em suas fábricas. Ontem, disse que esses cortes vão atingir mais 1,9 mil empregados, como forma de reduzir custos.

A GM, assim como a Ford e a Chrysler, está tentando convencer o governo e o Congresso americano a ampliarem em mais US$ 25 bilhões o pacote de ajuda de US$ 25 bilhões já prometido. Mas analistas de bancos como o Barclays e o Credit Suisse advertiram ontem que, apesar de uma eventual ajuda federal reduzir o risco de uma concordata da maior montadora americana, qualquer pacote teria um grande custo para os atuais acionistas da empresa.

O Barclays rebaixou seu preço-alvo para as ações da GM de US$ 4 para US$ 1. O banco prevê que a empresa deve terminar o ano com um caixa de US$ 13 bilhões, que pode ser insuficiente para a manutenção de suas operações no primeiro semestre de 2009, cujos gastos devem ficar entre US$ 11 bilhões e US$ 14 bilhões. Por causa disso, a companhia vai precisar de uma ajuda federal, que provavelmente vai "diluir significativamente o valor acionário da GM", disse, em nota, Brian Johnson, analista do banco.

O Deutsche Bank fez uma previsão ainda mais pessimista. Reduziu o preço-alvo das ações da empresa de US$ 4 para zero em um ano, afirmando que a GM não será capaz de financiar suas operações a partir de dezembro. A GM terminou o mês de setembro com US$ 16,2 bilhões em caixa. De janeiro a setembro, a empresa torrou nada menos que US$ 14 bilhões do caixa.

O Credit Suisse disse que os investidores devem evitar as fabricantes de automóveis americanas até que o mercado dos Estados Unidos se recupere. "Apesar de uma ajuda federal aliviar o risco de quebra, acreditamos que os acionistas seguem em risco", disse o banco em uma nota aos seus clientes.

Por sua vez, um analista do J.P. Morgan Securities disse que tanto a GM quanto a Ford provavelmente devem receber ajuda do governo. O analista, porém, aumentou as estimativas de perdas das duas empresas para os próximos meses.

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