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Ação da AmBev dispara após acordo da InBev com Anheuser-Busch

SÃO PAULO - As ações da AmBev disparavam mais de 6% logo nos primeiros negócios desta segunda-feira, depois que o grupo do qual faz parte, InBev, anunciou acordo para compra da norte-americana Anheuser-Busch. Às 13h15 (horário de Brasília), as ações PN da AmBev subiam 5,04%, cotadas a R$ 99,16. No mesmo horário, o índice Ibovespa subia 0,95%.

Redação com agências |

 

A InBev é formada pela união da brasileira AmBev com a belga Interbrew, e fabrica cervejas como a Stella Artois e a Brahma.  "Finalmente saiu a notícia de que as empresas fecharam acordo amigável. Então pode haver gente no mercado vendo que a AmBev não terá problemas porque não terá desembolso financeiro com a operação", disse o analista Ricardo Fernandez, da Itaú Corretora.

Um operador que pediu para não ser identificado afirmou que nos últimos tempos a ação da AmBev teve desvalorizações, chegando a perder até o patamar de R$ 100.

"Então essa alta pode ser vista como uma correção em relação a essas quedas impulsionada pela notícia da conclusão do negócio da InBev lá fora, que chamou a atenção do mercado para a ação".

Negociação longa

As cervejarias InBev e Anheuser-Busch anunciaram nesta segunda-feira que chegaram a um acordo para sua fusão, o que criará o maior grupo cervejeiro do mundo, informaram as duas empresas em comunicado.

A operação, que acontece após semanas de desencontros, chegará a US$ 52 bilhões, e o novo grupo se chamará Anheuser-Busch InBev.

A combinação da Anheuser-Busch e InBev criará uma líder global na indústria de cerveja e uma das cinco maiores companhias de produtos ao consumidor. Em uma base pro-forma para 2007, a empresa combinada teria gerado volume de 460 milhões de hectolitros, receita de US$ 36,4 bilhões e lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização de US$ 10,7 bilhões, destacou a InBev em nota em sua página eletrônica.

Tanto os acionistas da InBev como da Anheuser-Busch ainda precisam aprovar a transação. Eles terão a oportunidade de votar sobre a combinação proposta durante reuniões especiais que ainda serão marcadas. A previsão é de que o negócio esteja concluído até o fim deste ano.

(Com informações da Reuters, Valor Online e EFE)

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