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Abipecs: exportação de suínos cresce 2,7% em junho

São Paulo, 7 - As exportações de carne suína do Brasil tiveram um crescimento de 2,7% em volume no mês de junho e somaram 51,7 mil toneladas. As informações foram divulgadas hoje pela Associação Brasileira das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Carne Suína (Abipecs) e indicam também uma evolução de 39,1% na receita obtida com as vendas externas, que totalizaram US$ 147,4 milhões no mês passado.

Agência Estado |

Apesar do crescimento em comparação a junho de 2007, o volume exportado no mês passado representa uma queda no ciclo de crescimento, que ocorria desde janeiro. Entre o início do ano e o mês de maio, as exportações de carne suína em volume vinham registrando uma evolução contínua, interrompida no mês passado.

Um dos motivos pela queda no ritmo de embarque foi a redução das compras russas no mês passado. Em junho, as importações russas de carne suína brasileira foram 22,8% menores do que igual período do ano passado e chegaram a 21,3 mil toneladas. Essa queda, no entanto, foi compensada, em parte, pelo aumento de 14,2% nas vendas para Hong Kong.

Parcerias - O mercado asiático, aliás, é uma das grandes apostas do setor exportador de carne suína do Brasil. Hoje, o presidente da Abipecs, Pedro de Camargo Neto, participa da China International Foodstuff Exposition (CIFE), em Guangzhou, para desenvolver parcerias com o setor importador de carne suína da China. A recente redução, pelo governo chinês, do imposto de importação de carne suína é sinal claro do interesse de Pequim em facilitar as compras do exterior. "Precisamos destravar a questão sanitária junto à autoridade da área na China. Esperamos obter mais informações em reuniões em Pequim nesta semana", diz Camargo Neto.

Com o desempenho do mês passado, o setor exportador de carne suína fecha o primeiro semestre do ano com um crescimento de 28,9% em receita e uma retração de 3,6% no volume exportado no período. Segundo a entidade, entre janeiro e junho deste ano as empresas embarcaram 270,6 mil toneladas, obtendo US$ 707,8 milhões.

A queda em volume registrada no primeiro semestre tende a ser compensada, na avaliação de Camargo Neto. Para ele, a abertura do mercado chileno às exportações de carne suína de Santa Catarina ajudará o setor a superar as vendas de 2007. Ele ressalta, no entanto, que novos frigoríficos de Santa Catarina precisam ser incluídos na lista dos habilitados, já que apenas dois têm permissão de vender para aquele mercado.

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