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Abin não pode virar uma SS sem Hitler , diz Virgílio

RIO - O senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) cobrou providências do governo para que sejam apuradas as responsabilidades sobre o grampo ao gabinete do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. Para o líder da oposição no Senado, a suspeita de que integrantes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) estejam envolvidos com as escutas ilegais mostra o risco de que o instituição passe a funcionar como uma SS sem Hitler.

Valor Online |

Não quero um Brasil com Hitler e um Brasil com SS, frisou Virgílio, lembrando a atuação da polícia política do estado nazista alemão. O compromisso com a democracia é algo que nos aproxima. O compromisso da oposição é não conspirar e o compromisso do governo é respeitar a democracia e aprofundá-la, acrescentou.

O senador, que participou hoje do Fórum Especial, promovido pelo Instituto Brasileiro de Altos Estudos (Inae) no Rio de Janeiro, defendeu o afastamento do diretor-geral da Abin, Paulo Lacerda, e afirmou que pretende brigar pela instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado para apurar o episódio do grampo.

O senador acredita que é verdadeira a informação de que a agência possui equipamento capaz de realizar grampos e frisou que o próprio ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse que a Abin possui tal equipamento, chamado de guardião.

Eu acredito no ministro Nelson Jobim. Ela (a Abin) tem essa maleta. Temos que ver quem tem guardião ilegal neste país. E quem tem guardião ilegal neste país tem que ir para a cadeia, cobrou.

Para Virgílio, o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve cobrar a apuração do episódio. Uma agência que grampeia o presidente do Supremo é uma agência que está colocando sob ataque especulativo a democracia brasileira, afirmou.

(Rafael Rosas | Valor Online)

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