Cerveja Belorizontina está contaminada com dietilenoglicol, substância anticongelante
Divulgação / Cervejaria Becker
Cerveja Belorizontina está contaminada com dietilenoglicol, substância anticongelante


A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) está investigando a quarta morte por síndrome nefroneural, doença desencadeada pela ingestão do dietilenoglicol, substância encontrada na cerveja Belorizontina , produto da cervejaria Becker. A vítima foi um homem de 89 anos, que estava internado no Hospital Mater Dei e morreu nesta quinta-feira (16).

Com o novo caso, a PCMG registrou três mortes relacionadas à intoxicação pela cerveja contaminada. A mulher que morreu em Pompéu, na última terça-feira, ainda não foi contabilizada oficialmente, nem mesmo nos 18 casos de contaminação pelo dietilenoglicol já confirmados.

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“A PCMG trata todos os casos como suspeitos de intoxicação por dietilenoglicol até que o laudo fique concluído. O prazo regular para finalização do laudo é 30 dias”, informou a instituição em nota oficial.

A presença da substância na água usada para a fabricação das cervejas Belorizontina foi confirmada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A diretora de marketing da cervejaria Becker, Paula Lebbos, concedeu uma entrevista coletiva na última terça-feira e pediu para que os consumidores não bebam a cerveja.

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