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Para o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, a crise política gera um problema econômico

O mês de abril registrou queda de 97.828 postos de trabalho com carteira assinada. O número representa uma queda de 0,24% com relação ao mês passado. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (22) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Foram 1.527.681 admissões e 1.625.509 desligamentos. Os Estados com maiores recuos foram Pernambuco (-20.154 postos), Alagoas (-13.269 postos), Rio de Janeiro (-12.599 postos) e São Paulo (-11.076 postos).

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Na série ajustada, que faz a inclusão de informações declaradas fora do prazo, o acumulado do ano teve uma redução de 0,33% o que representa um decréscimo de mais de 137 mil postos de trabalho. Entre os setores que registraram as maiores perdas estão a construção civil com redução de 0,77%, indústria de transformação (- 0,65%), comércio (-0,22%) e serviços (-0,04%).

Para o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, a crise política gera um problema econômico. “Quem pretende empreender, desiste e não contrata, o que se reflete no mercado de trabalho”, disse, durante o anúncio do resultado.

Os empregos mais bem pagos do mercado:


* Com informações da Agência Brasil.

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