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1ºdia do MaxiMídia 2008 aborda importância das marcas e novos negócios

O valor das marcas para os líderes das empresas e a relação entre consumidores e mídia foram temas abordados no primeiro dia da décima oitava edição do MaxiMídia. O seminário de marketing e comunicação, um dos eventos de comunicação mais importantes do Brasil, debateu também a evolução da publicidade nos jogos eletrônicos.

Andréia Brasil, especial para o Último Segundo |

 

"A marca na agenda do CEO", primeiro painel desta terça-feira (07), teve a presença de Cledorvino Belini, (Fiat), José Antonio do Prado Fay (Perdigão), Márcio Utsch (Alpargatas) e Ricardo Gonçalves (Cia. Müller de Bebidas). Todos concordaram que a marca é o item mais importante para uma empresa, além de fazer diferença nos seus resultados. "A marca, embora extremamente valorosa, não recebe muito investimento. Isso porque é um processo complexo e caro", disse José Fay, da Perdigão.

Para Márcio Utsch, da Alpargatas, a marca não deve estar ligada apenas a um produto ou à tecnologia, "mas também à atitude e filosofia de vida". Já Ricardo Gonçalves, da Müller, afirmou que o CEO deve ser o guardião e principal responsável pela marca.

Presenças Internacionais

A relação entre consumidores e produtores de mídia foi o tema abordado na palestra de Henry Jenkins, diretor do Comparative Media Studies, instituto especializado em estudos de mídia. Segundo ele, é difícil descrever como será o futuro da publicidade, mas é certo que a participação da sociedade nas plataformas de mídia será cada vez maior.

Jenkins destacou a importância da internet como meio de comunicação. "A web é um grande canal. Quem produz mídia precisa entender que não há como controlar os consumidores, mas é possível interagir com eles e envolvê-los no processo colaborativo". Ele disse ainda que o Brasil é muito rico em conteúdo, um diferencial no mercado internacional, mas precisa buscar formas para publicar seu material.

Outra questão levantada durante a palestra de Jenkins foi a pirataria que, para ele, atrapalha a relação entre consumidor e fornecedor. "A linha que separa a pirataria e o compartilhamento de arquivos é muito tênue", afirmou.

O assunto também esteve na pauta de Jay Sampson, da Microsoft Advertising, que falou sobre a propaganda veiculada em jogos eletrônicos. "Estima-se que entre 80% e 90% dos games de computador e de consoles sejam piratas. E isso é errado, pois os artistas precisam receber pelo seu trabalho", avaliou.

Durante sua palestra sobre os jogos, Sampson apontou que 99% dos meninos e 94% das meninas são adeptos dos games e esse público deve ser alvo dos publicitários. Entre as opções desse mercado, sugeriu os websites, as propagandas dinâmicas durante os jogos, além da integração de marcas dentro dos games. "O que vai ser veiculado depende de quanto tempo, dinheiro e capacidade de gerência a empresa dispõe", completou.

Amanhã, quarta-feira, o evento contará com a presença de Marcel Sacco, da Schincariol, Marcelo Coutinho, do Ibope, Mark Warshaw, da Flatworld Intertainment, e Paulo César Queiroz, da DM9DDB. Eles discutirão temas como o consumo popular e as marcas, a criação de conteúdo para diversos meios, e os desafios de comprar e vender mídia no século 21.

Na quinta-feira (09), último dia do MaxiMídia, estará em pauta a construção de marcas, as oportunidades e riscos do setor de comunicação, e o papel dos BRICs. Entre os palestrantes, Amy Fuller, da Mastercard, Nizan Guanaes, do Grupo ABC, e Stephen Kanitz, da Kanitz.

Saiba mais sobre o MaxiMídia no site www.maximidia.com.br

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